II Vivência Rural de Arte e Molecagem

cartaz arte e molecagem

QueridXs,

Depois de toda a alegria e experiências compartilhadas na primeira vivência, sentimos como é importante e divertido reunir pessoas interessadas em educação ativa.

Por isso, entre os dias 1 a 3 de maio nossas casas estarão novamente abertas para a II Vivência Rural de Arte e Molecagem!

Cultivando a curiosidade natural das crianças com atividades lúdicas e variadas, estimulamos que aprendam espontaneamente a fazer o que mais gostam e desenvolvam suas habilidades.

Através das brincadeiras, incentivamos o companheirismo no lugar da competitividade, valorizamos a vida próxima da natureza, a alimentação consciente e a autonomia.

Praticamos a educação livre no dia a dia e desejamos receber crianças de todas as idades pra compartilhar experiências de vida, caminhar em meio à mata atlântica e fazer muitas aventuras!

Nas nossas casas e arredores teremos:

  • horta
  • oficinas de arte
  • oficinas de culinária vegetariana
  • brincadeiras na piscina natural
  • círculos de troca de saberes
  • mata atlântica
  • banho de rio
  • acro-yoga
  • capoeira
  • fogueira
  • música

e muitas descobertas!

*As atividades propostas podem variar de acordo com a faixa etária,
o tempo e o interesse das crianças presentes*

 

Oferecemos hospedagem (casa ou camping), alimentação vegetariana completa e a experiência de viver em comunidade, pelo valor mínimo sugerido de R$60 a diária de adultos e R$30 a das crianças. Também há boas pousadas na região.

Pelas oficinas, atividades e transporte, a colaboração é espontânea.

Quem quiser muito participar e acha que os valores são inacessíveis, pode propor uma troca por serviços ou oficina. O excedente será revertido para o Projeto Viveiros de educação livre.

Inscrições até 25 de abril

* Vagas limitadas! *

Mais informações em:

contato@vagalumis.eco.br
22 – 99229 5433 (Isis ou Marco)
22 – 99278 3760 (Lucas ou Luar)

 

Carinhosamente,
Famílias Vagalumis e Gurizada
Macaé de Cima, Nova Friburgo/ RJ

 

^^

Viveiro – 31 de janeiro de 2013

Lua cheia

Amora, João e Miris, sob os cuidados de Lulus.

O primeiro a chegar foi o João, que dessa vez nem percebeu o papai Dani saindo. Tava concentrado comendo banana com canela e mel e também com um jogo de encaixar o furo das peças de madeira na haste. As crianças têm gostado bastante desse brinquedo e o desafio é conseguir que compartilhem e esperem cada uma a sua vez de encaixar.

Pra começar bem o dia, nos alongamos. Estica o bracinho aqui, estica a perna ali, abaixa e levanta e abaixa e levanta e pula! Logo todos estávamos prontos pra capoeira!

Colocamos pra tocar umas músicas e começamos o jogo. A Miris gosta mais de gingar, o João prefere batucar e foi muito bacana até resolvermos fotografar. Se não forem feitas com sutileza, as fotos acabam atrapalhando a dinâmica e interrompendo um momento gostoso. Daí que decidimos ser mais cautelosos e atentos pra esse fato.

Desligamos o som e fizemos a nossa própria banda. Flautas, tambor, panelas, valia de tudo, menos batucar na cabeça do amigo! Todo mundo gostou!

Foi quando chegou a Amora e já era hora de fazermos um lanche, então catamos umas frutas no mato, mexerica, laranja e carambola, picamos e arrumamos em forma de mandala num prato. Apesar de estar bem bonito, o João não quis, está numa fase de recusar alguns alimentos…

Não dava pra sair por causa da chuva, então brincamos mais um pouco com as pecinhas, lemos, todos interagiram bem. Hora do almoço. Cada um com um prato e uma colher, sentados em almofadas ao redor da mesa baixinha. O João só queria saber dos pães de quê, a Amora só queria farofa com couve e quiabo e a Miris só queria feijão. Então experimentamos amassar o feijão na farofa e fazer bolinhos, foi um sucesso, até o João comeu!

À tarde abriu um sol, fomos brincar no jardim e a ocasião era perfeita pra… tentarem uma fuga! O João montado na clave de malabares, a Amora forçando o portão e a Miris passando pela frestinha! Quase não conseguimos segurar a quadrilha! Depois de muito correr, nada melhor que um banho na ducha, né? Foi tranquilo, souberam compartilhar a banheira, a água e os potinhos numa boa…

Aproveitamos a bagunça molhada pra fazer juntos um suco de carambolas! Catamos, lavamos e esprememos com socadores numa panela. Depois coamos e foi uma deliciosa surpresa quando todos sentarem na esteira pra beber o néctar. Perguntávamos: “de que que é o suco?” , eles respondiam “tabóia”, “boia”; “quem fez o suco?”, “neném”!

Não me lembro de os ver beber com tanto gosto como dessa vez em que participaram do feitio!
Café da manhã: Bananas do John amassadas com canela e mel do Water

Lanche: Frutas do quintal – mexerica, carambola e laranja

Amorço: Feijão da Rosângela temperado com louro, pimentão do quintal, couve do quintal e nirá da Fátima; farofa de mandioca com quiabo do Arnaldo e couve da horta; pão de quê (de arroz, pimenta do quintal, cebola, abobrinha e salsa da horta)

Lanche: suco de carambolas

Viveiro – 11 de janeiro de 2013

Lua Nova

Lulus cuidando de Amora, João, Maitê e Miris

=)

Hoje o dia tava chuvoso, brincamos dentro de casa. A primeira a chegar foi a Amora, que veio na noite de ontem e dormiu do nosso ladinho. Aliás, era a primeira vez dela com a gente no viveiro e foi bastante tranquilo, apesar de sentirmos que de três pra quatro bebês aumentou bastante a dificuldade, por exigirem total atenção!

O João chegou na hora do néctar de carambola e da salada de frutas, mas já tinha tomado seu lanche e não quis nada. Parecia mais preocupado em não deixar mamãe Julie escapar por nenhuma porta ou janela, mas ela lhe explicou calmamente que iria deixá-lo por alguns minutos e voltaria pra buscá-lo mais tarde. Pra alegria de todos, o chororô não durou mais do que 2 minutos: ele logo encontrou os livros, as peças de encaixar e ficou feliz pra sempre =)

Depois chegou a Maitê e também passou o dia brincando numa boa. Os livros foram os preferidos da molecada. Ler e contar histórias foi uma das poucas atividades que conseguiu cativar o interesse dos quatro ao mesmo tempo! As outras foram assistir um trecho de Ponyo, a peixe que vira menina e, que bom!, o amorço.

Pusemos a mesa baixinha no centro da sala e uma almofada de cada lado, onde os pequenos se sentaram. Cada qual com a sua colher, cutucando os três pratinhos: um de abobrinha com carambola e salsinha, um de feijão fradinho e um de pão de aipim.

Todos comeram bem, cada um a seu gosto: Amora abriu o maior bocão pra tudo; João e Mimi preferiram os feijões e o pão, mas aceitaram também um pouco de abobrinha; Tetê comeu um teco de cada, mas preferiu as carambolas e o pão.

Depois tentamos uma soneca no quato fofo. Fechamos as janelas e entoamos uma música de ninar inventada na hora, mas parece que o efeito surtiu contrário, porque a Tetê ficou animadona e em vez de cochilar, ela levantou e começou a dançar! Todos seguiram o exemplo e os Lulus desistiram da empreitada. Voltamos aos livros e às historinhas inventadas.

Também brincamos de pinhóim, cavalinho, bolinhas de açaí, experimentamos chapéus, tocamos teclado, fizemos teatrinho de bonecos, até a Tetê se assustar com a Bruxa Cutucadora de Orelhas e começar a chorar e chamar “mamaaaẽ”! Achamos que era o soninho amolecendo tudo e ela foi cochilar com o Lu na varanda, quando papai Biel e mamãe Laura chegaram

Um pouco depois, a Amora e o Lu estavam lendo um livro, quando a cabecinha dela pesou e os olhos fecharam, fecharam… Depois foi o João, que adormeceu no colo da Lu, e finalmente a Miris, que foi passear com o Lu e voltou sonhando.

E nó aproveitamos pra tirar também uma merecida soneca

=)

De Manhã: Néctar de carambolas do quintal; salada de frutas orgânicas (mamão, laranja e carambolas do quintal, bananas do arco-íris); tapioca.

Amorço: Pão de aipim do Itamar com farinha integral, manjericão do canteiro, amendoim e linhaça; torta de abobrinha orgânica com flocos de milho, alho, gergelim torrado e salsinha; feijão fradinho com louro e pimentão da Nilta.

Lanchinho: Bananilta; carambola, mamão; pão de aipim.

Receitas de hoje

Néctar de carambolas orgânicas: Junte as carambolas debaixo de uma caramboleira, limpe as partes que têm algum bichinho, pique-as, coloque numa leiteira e esmague bem todos pedaços, pra soltarem bem o sumo. Depois passe num voal, aperte bastante, pra extrair todo o néctar.

Tapioca: Junte uma medida de água pra o dobro de polvilho doce ou azedo. Acrescente sal marinho a gosto e misture bem. Quando estiver homogêneo, sabe-se que está no ponto certo se, pressionando um punhado da massa nas mãos, ela vira uma bola que não esfarela muita fácil e nem derrete. Se esfarelar muito fácil acrescente um pouco de água, se derreter, falta um pouco de polvilho.

Passe a massa numa peneira de furos não muito miúdos, direto na frigideira (para os mais experientes), ou num pote onde depois possa retirar suavemente e espalhar na frigideira uma camada mais ou menos da altura de um dedo mínimo. Espere soltar do fundo e corar levemente em baixo, vire com o auxílio de uma espátula, core o outro lado e separe em um lugar em que a tapioca fique de pé, pois se abafar o fundo ela vai ficar colenta, em vez de crocante. Recehie com o que mais gostar!

Torta de abobrinha orgânica: Conheça alguém que planta abobrinhas e ofereça algo em troca de uma. Rale a abobrinha. Misture com umas folhas de manjericão fresco, uns três dentes de alho amassados, farinha de milho em flocos até formar uma massa mais consistente, sal marinho a gosto.

Unte um tabuleiro com bastante azeite. Espalhe a massa no tabuleiro, cubra com fios de azeite e gergelim. Leve ao forno médio/alto por aproximadamente 20-30 min.

Pão de aipim do Itamar: Vá no Itamar e peça a ele dois pés de aipim. Cozinhe uma panela cheia, coma o quanto quiser, mas lembre-se de separar ½ kg de aipim e ½ litro da água de cozimento pro pão. Amasse os aipins, tirando o fio do meio. Junte ½ kg de farinha de trigo integral, 3 colheres de sopa de farinha de amendoim, 4 colheres rasas de sopa de linhaça. Misture tudo.

Em um copo, dilua 50g de fermento fresco na água morna de cozimento do aipim. Misture na massa. Amasse bastante e acrescente mais um copo da água do aipim. Acrescente sal marinho e azeite a gosto. Continue amassando, abra a massa, bata com força, soque, misture de novo, até parar de colar nas mãos. Se a massa estiver muito dura, coloque mais água de aipim. Se estiver muito mole, coloque mais farinha.

Depois de muito bater e amassar, unte um tabuleiro com algum óleo e farinha, modele a massa como preferir, cubra com um pano e deixe descansar em local aquecido por, pelo menos, uns 40 min. Depois aqueça o forno alto, coloque o pão e depois de 30 min levante a beiradinha com um garfo. Se estiver dourado por baixo, está pronto!

Viveiro, 1 de novembro de 2012

Lua cheia

Local: Casulo da vovó

Cuidados de Luar e Lucas

A turminha da enxada!

A turminha da enxada!

Hoje o dia estava nublado e quente. Vieram o João, a Maitê e a Miris. Dividimos um café da manhã gostoso e fomos brincar na água e na terra. A adaptação foi fácil, até o João, que costuma chorar bastante, rapidinho se distraiu com um  chapati e ficou tranquilo.

Apesar disso, os três estavam mais sensíveis que de costume, talvez por causa dos dentinhos nascendo.

Chegaram a Sabrina e a Tábata, de 10 e 7 anos, pra ajudar a cuidar dos pequenos. Durante a brincadeira de hortinha, todos se divertiram com as sementes de açaí e o João foi o que mais gostou de ajudar a capinar. Ele queria o tempo todos segurar a enxada!

O dia também foi marcado pela formação de uma quadrilha especializada em fuga! A Miris passava por baixo do portão, o João tirava o ferrolho da trava, a Maitê, toda parrudinha, empurrava, e estavam livres! Nós os capturamos em flagrante e eles voltaram, umas três vezes!

Vou pegar só um pouquinho...

Vou pegar só um pouquinho…

Então apelamos pro banho de mangueira, pra ficarem bem limpinhos, e entramos pra ler o livrinho do leão e esperar o amorço. O João dormiu antes do almoço, a Maitê e a Miris comeram com suas próprias mãos, espremeram limão no prato, serviram creme verde, espalharam comida por toda a varanda! Depois lavamos as duas mocinhas no tanque e elas dormiram com os papais.

Qué xprimentá, amiga?

Qué xprimentá, amiga?

Lanche: chapati de trigo, maizena, milho, salsinha, azeite e shoyu, com pastinha de tahine e missô; banana-figo assada; batata assada; laranja

Amorço: Arroz integral com trigo em grão, aveia em grão, salsinha e cebola; creme verde de couve, tanchagem, nirá, pêssegos, hortelã, todos colhidos na horta, batidos com alho cru; cozido de inhame, batata inglesa, batata-doce, misturado com salsinha, cebola, tomate, tomilho e orégano frescos, crus e orgânicos; gergelim torrado por cima, azeite, shoyu e limão à vontade!

Mutirão – 31 de outubro de 2012

Local: Instituto Pindorama

Presentes:

  • Gabriel
  • Laura
  • Maitê
  • Pedro
  • Benny

Local: Oficina-Escola Mãos de Luz

Presentes:

  • João
  • Julie
  • Miris
  • Luar
  • Lucas

Hoje o mutirão foi de aprendizado.

Tomamos café da manhã juntos, no FicaBem: jabuticabas, néctar de jabuticaba, açaí com banana e limão, tudo orgânico.

Depois dividimos em dois grupos, de acordo com o interesse de cada um, e alguns foram participar do mutirão de montagem das barracas de bambu da Feira da Terra, no Instituto Pindorama, enquanto outros participaram do Encontro das Erveiras, na Oficina-Escola Mãos de Luz.

Como eu estava no segundo grupo, posso contar como foi.

As erveiras são senhoras que se encontram uma vez por mês pra trocar mudas, fazer pomadas medicinais, estudar… Alguns agricultores da região também participam do grupo, contribuem com espécies e ajudam a preparar as “poções”.

Dessa vez fizemos diversas tinturas com as plantas que cada uma levou: tanchagem, arnica, ipê roxo, sangue de dragão, alecrim, alfazema, mastruz, e mais algumas que eu posso ter esquecido.

O método é simples: colocar a parte da planta a ser usada (flores, folhas, casca, raíz) dentro de um frasco escuro, imersa em álcool. Deixar durante duas semanas, agitando diariamente. Depois é só coar, envasar novamente e está pronta pra usar!

Trouxemos algumas mudas e cascas pra casa e também nos deram a famosa “pomada milagrosa”, uma mistura de algumas dezenas de ingredientes naturais poderosos, preparada pelas erveiras.

Alguém conta como foi o mutirão do bambu, no Pindorama?

=P

25 de outubro de 2012

Local: Casulo da Vovó e Croatã

Cuidados de Julie e Luar,

lua crescente

Hoje vieram a Miris e o João. Como o Lucas substituiu a Julie na segunda, hoje eu e a Julie é que bagunçamos com a molecada!

Estava um dia quente, então aproveitamos pra brincar com água e lama. Depois de um super café da manhã, peneiramos um bocado de barro pra esculpir e, como não podia deixar de ser, aproveitamos pra fazer “aquele embelezamento” -espalhamos lama pelo nosso corpo e também nas crianças. Ficaram lindas!

Quando a lama chama...

Quando ela chama…

...tudo lama!

…tudo lama!

Joga o seu 'balabala' amigo!

Joga o seu ‘balabala’ amigo!

Brincamos de malabares, tomamos um lanche e fomos cuidar da horta.

Capinamos e afofamos a terra pra fazer um viveiro, onde vamos jogar as sementes de açaí e outras. Até o João e a Miris se desentenderem por causa de uma ferramenta, que os dois queriam usar ao mesmo tempo e não aceitavam revezar, então acabamos com essa brincadeira e fomos tomar uma ducha pra refrescar os ânimos, lavar a lama e começar o amorço.

Eu e a Julie cozinhamos na fogueira, enquanto os dois dormiam. O João acordou a tempo de almoçar conosco, mas a Miris dormiu de 12 às 14hs!

Os dois interagiram muito bem. De manhã, deram-se as mãos e andaram juntos por alguns minutos. O João beijou a Miris e a Miris beijou o João, tudo espontaneamente! Quando a Miris cansou da brincadeira, o João chorou, porque queria mais…

Também houveram alguns desentendimentos, principalmente pela dificuldade em compartilhar alguns brinquedos, como o pincel e a enxada. Algumas vezes a Miris aceita revezar, e entrega pacificamente o objeto. Outras vezes se recusa a dar e chora se tentamos tirar. E o João ainda demonstra dificuldade em compartilhar, não costuma ceder os objetos e chora por longo tempo se os retiramos.

O João mordeu a Miris duas vezes.

Tentando uma fuga!

Tentando uma fuga!

Brincadeira na terra

Brincadeiras na terra

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Café da manhã: banana e pão de quê (abóbora, couve, salsa, ervilha, batata)

Lanche: açaí com banana

Almoço: feijão, beterraba, inhame, batata doce, couve e salada de rúcula, salsa, cebolinha, manjericão, hortelã, tomate, abacate e limão, tudo orgânico!

Todos comeram bem

mmmmm

=)

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Viveiro – 18 de outubro de 2012

Local: Casulo da Vovó

Acompanhantes: Luar e Lucas

Hoje vieram o João e a Miris. Passaram o dia bem-humorados, com exceção da primeira hora e meia depois que a Julie saiu, quando o João pendurou o beiço e chorou sem parar, não se acalmando nem no colo ou na rede. Superada a dificuldade inicial, brincamos na horta, o João se divertiu jogando terra para o alto, enquanto a Miris enchia os vasinhos das plantas. Tocamos no violão a música “a minhoca antropomorfizada”, compartilhamos as peças de um jogo de encaixar, desenhamos com giz de cera, passeamos no larguinho da benfica, brincamos de pagar, os dois estavam muito felizes. Cochilaram depois do almoço por uma hora.

Lanche: Pão de quê de inhame com couve e banana.

Amorço: Arroz com espinafre do Pedro e repolho da horta, ervilha com salsinha da horta, farofa de mandioca e milho.

Os dois lancharam e almoçaram bem.

Mutirão – 17 de outubro de 2012

  • Local: Sítio Arco-íris
  • Presentes:
    • Adultos:
      • Gabriel
      • Julie
      • Laura
      • Luar
      • Lucas
    • Nenéns:
      • João da Terra
      • Maitê
      • Miris

Começamos o mutirão por volta de 6:20h.

Limpamos o bananal: tiramos (muitas) folhas de bananeira secas do chão e as amontoamos, pra usar futuramente como cobertura pra terra capinada e pra composteira. Isso também vai permitir que outras plantas cresçam junto com as bananas.

Também arrancamos as folhas velhas das bananeiras, pra dar mais força pras folhas verdes e pro crescimento das bananas.

 

Tomamos café-da-manhã às 8:30h. No elenco, vitamina de mamao-laranja-banana-menta-manjericão-salsinha-amêndoas-sementesdegirassol e pão integral de cebola e grãos. Voltamos pra labuta por volta de 9:10h.

Fomos verificar o atalho entre a Benfica e o sítio, pra reabrir a trilha e perguntar a quem mora no caminho se se importa que passemos vez ou outra por ali. Descobrimos que o caminho está ótimo (o pasto tem gado; o mato está baixo) e a única casa no caminho é de conhecidos. Uhul 🙂

      

Viveiro – 11 de outubro de 2012

Local: Casulo da Vovó

Cuidados de Luar e Lucas

Lua minguante

Três filhotinhos...

Três filhotinhos…

Estava um dia quente, de sol. A Maitê e a Miris brincaram com água, a Sabrina e o Luquinhas, de 9 e 10 anos, apareceram pra ajudar e brincar.

Os grandes e os pequenos

Os grandes e os pequenos

Encheram a bacia e levaram brinquedos pras duas. O João chorou um pouco quando seu pai saiu, mas balançou na rede com o Lucas e logo ficou todo contente.

 

brincar cansa, tá?

Brincar cansa, tá?


A Maitê e a Miris brincaram na lama, o João se apegou a um pianinho de corda, que carregou pra todos os lados!

Olha a nossa laminha!

Olha a nossa laminha!

A Miris tocou gaita e dançou capoeira, a Maitê experimentou muitos óculos e o João cochilou na rede, abraçado com o pianinho.

 

 

Os três ajudaram a capinar o mato da horta. Conseguiram, com a ajuda do Lucas, dividir as peças de um jogo de encaixar.

Depois todos almoçaram bem, comeram com as mãos e com talheres em um prato coletivo.

Dois peixinhos na rede!

Dois peixinhos na rede!

 

Lanche: tapioca e bananas. Todos comeram bem.

Amorço: arroz integral com salsa, orégano, gergelim e quinoa; feijão fradinho com couve, rúcula, caruru, repolho e cebola; tomate. Todos comeram bem. Serviram-se num pratinho coletivo e fizeram a maior bagunça no chão!

Lanchamos e almoçamos na varanda!